À frente do Grupo Marquise há um ano, os co-CEOs apresentaram, durante encontro do LIDE Ceará, as diretrizes da gestão compartilhada e destacaram avanços e perspectivas em três das frentes de atuação da companhia: infraestrutura, valorização de resíduos e incorporação imobiliária
Aproveitar o gás gerado em aterros sanitários para abastecer a rede de gás natural e incorporar a água do mar ao sistema público de abastecimento são duas das inovações que marcam a trajetória de crescimento do Grupo Marquise. Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana apresentaram essas e outras frentes de atuação a lideranças empresariais reunidas na sede da companhia, na última quinta-feira, 05. Na ocasião, os fundadores José Carlos Pontes e Erivaldo Arraes formalizaram a sucessão executiva e detalharam sua atuação no Conselho Consultivo, onde seguem contribuindo para as decisões estratégicas do grupo.
Carla Pontes destacou o papel do Conselho Consultivo e dos comitês estratégicos na articulação entre o desempenho das operações e o planejamento de longo prazo. “Uma decisão de hoje precisa fazer sentido também daqui a três ou cinco anos. Por isso, cuidamos do desempenho financeiro de curto prazo de cada operação e, ao mesmo tempo, executamos os planos que levarão a empresa para os objetivos de longo prazo. É assim que os valores que nos trouxeram até aqui orientam a forma como a empresa responde às mudanças do mercado”, afirmou a co-CEO.
Paulo Marcelo Santana ressaltou que o comando compartilhado permite acompanhar de perto negócios com perfis distintos e avaliar novas oportunidades de expansão. “Dividir o comando nos permite estar mais presentes nas operações. Conversamos todos os dias e decidimos com agilidade porque temos clareza sobre o que buscamos em cada negócio. Na incorporação, isso significa avançar tanto na habitação econômica quanto no alto padrão, onde estudamos levar ao litoral nordestino projetos com características que já encontraram boa resposta no Ceará”, disse o co-CEO.
Em infraestrutura, o Grupo Marquise executa obras em oito lotes da Ferrovia Transnordestina no Ceará, Eixão das Águas e participa da ampliação do Porto do Pecém, com intervenções que incluem a estrutura para o navio regaseificador da Eneva. O portfólio também reúne obras de adutoras e barragens em São Paulo e Minas Gerais e a implantação da Planta de Dessalinização de Fortaleza. Projetada para fornecer 1 m³ de água potável por segundo ao sistema público de abastecimento, a Dessal será uma fonte complementar à matriz hídrica da capital cearense e reduzirá a dependência dos mananciais convencionais em períodos de estiagem.





















