No paGGodin #3, Léo Santana troca o palco do Gigante pela roda onde tudo começou

Existem projetos que nascem para conquistar números. Outros nascem para revelar verdades. O ‘paGGodin’ sempre pertenceu à segunda categoria

Fotos: @aleffera 

Muito antes do título de Gigante, existia um Léo Santana que reunia amigos e familiares em casa para uma roda de samba sem roteiro, sem pressão e sem qualquer pretensão além de celebrar a música que sempre fez parte da sua história. Era um encontro entre pessoas queridas, uma “resenha” regada a risadas, memória e muita paixão pelo gênero. Foi justamente dessa intimidade que nasceu o ‘paGGodin‘.

Nesta sexta-feira (17), essa história ganha um novo capítulo com o lançamento do paGGodin #3. Gravado em Salvador, cidade onde tudo começou, o projeto tem como cenário o Museu de Arte Moderna (MAM) e aposta em um formato ainda mais intimista, aproximando artista e público, num espaço que traduz a proposta desta edição: encontro, proximidade e afeto. Desta vez, Léo traz participações dos conterrâneos Pablo e Jau, além do pagodeiro carioca Yan.

“O pagode e o samba sempre fizeram parte da minha vida, muito antes de tudo isso que eu vivo hoje. O paGGodin nasceu de uma ‘resenha’ entre amigos, na varanda da minha casa, e hoje poder dividir isso com o público é uma felicidade enorme, que carrego com muita gratidão. Aqui eu consigo mostrar um lado meu que muita gente ainda não conhece”, conta Léo Santana. “É um projeto que faço com o coração, por amor à música e por respeito a um gênero que sempre fez parte da minha história, e para lembrar que é  nas minhas raízes que encontro força para continuar sendo gigante”.

É justamente essa entrega que torna o projeto tão especial. Nele, o artista se apresenta de um jeito diferente: mais próximo, mais leve e mais conectado às próprias origens. É um encontro com a música que sempre esteve presente na sua vida, compartilhado com artistas que admira e com um público convidado a viver essa experiência de perto.

Essa proposta também aparece na estética do projeto: o figurino resgata referências da adolescência do cantor na Boa Vista do Lobato, enquanto o palco foi pensado para deixar o artista ainda mais perto do público, resgatando a essência que deu origem ao paGGodin: proximidade, nostalgia e verdade.

O repertório do paGGodin #3 reflete a diversidade das referências musicais que acompanham Léo Santana desde o início da sua trajetória. Ao lado de Jau e do pagodeiro carioca Yan, o artista revisita clássicos da música brasileira com uma roupagem que preserva a essência das obras, enquanto traz a identidade e a energia que fazem parte do projeto. 

O audiovisual também traz a faixa “Ele ou Eu”, parceria recente com o seu conterrâneo Pablo, reforçando a proposta do paGGodin de reunir diferentes referências e celebrar a riqueza da música brasileira em um ambiente de troca, respeito e conexão. Releituras de Djavan, Príncipe, Edson Gomes e Sorriso Maroto na voz do Gigante também complementam a setlist do projeto.

Antes de transformar o paGGodin em um dos projetos mais populares do gênero, Léo Santana já era reconhecido por grandes nomes do pagode como alguém que carregava essa paixão muito antes de levá-la aos palcos, de um cantor que nunca escondeu o desejo de voltar às raízes musicais.

Para o cantor Thiaguinho, o nascimento do paGGodin não foi uma surpresa: “Toda vez que eu vou pra Salvador, a gente sempre faz um pagode na casa do Léo. E eu sempre vejo o quanto esse cara é apaixonado pelo pagode, eu vi desde o início da ideia do projeto, ele ter essa vontade de cantar o gênero. E a gente do pagode está muito feliz de ter esse reforço de peso”.

Testa, o produtor musical do paGGodin, conta que este é um projeto em que Léo revive suas raízes: “É um projeto de vida mesmo pra ele, porque o pagode foi o primeiro gênero que ele se apaixonou por música, então o Léo tem uma conexão com o ‘eu do passado’ dele, de quando ele começou a tocar pandeiro. Então eu acredito que seja um projeto em que ele se reinventa e revive suas origens”.

Nesta edição, cada faixa e participação traduz o espírito que deu origem ao projeto: um encontro que nasceu dentro de casa e que, hoje, abre as portas para que o Brasil inteiro faça parte dessa roda. O paGGodin #3 já está disponível em todas as plataformas digitais. Ouça agora! 

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Bruno Barreto

Repórter Jornalista atuante a mais de 20 anos no mercado cearense, sendo destaque nas maiores coberturas nacionais com entrevistas com grandes nomes da música brasileira, além de assessor de imprensa de várias empresas e marcas do estado!

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setembro 2, 2026/

Estão abertas as inscrições para o 24º NOIA – Festival Internacional do Audiovisual Universitário, que acontecerá de 15 a 20 de dezembro de 2026, no Cinema do Dragão, em Fortaleza, Ceará. Consolidado como um dos mais importantes espaços de formaço, exibição e intercâmbio do audiovisual universitário brasileiro, o festival reúne estudantes, realizadores, pesquisadores, professores e artistas do Brasil e de diversos países. As inscrições estão abertas entre 18 de agosto e 18 de outubro de 2026 e são totalmente gratuitas. Cineastas de qualquer país podem inscrever suas obras por meio da plataforma FilmFreeway: https://filmfreeway.com/noia24 O festival também recebe inscrições pela plataforma Festhome, onde a participação é gratuita para cineastas brasileiros: https://festhome.com/f/1517 Em sua 249 edição, o NOIA apresenta como tema “Cinema Feito por Mulheres”, uma homenagem às mulheres que constroem o audiovisual contemporâneo em suas mais diversas dimensões: diretoras, roteiristas, produtoras, pesquisadoras, artistas, técnicas, estudantes e criadoras que transformam a sociedade através do cinema. Mais do que uma homenagem, o tema propõe uma reflexão sobre representatividade, diversidade e igualdade de oportunidades no audiovisual. O conceito da edição parte da ideia de que o cinema é também uma ferramenta de transformação social: “O cinema não é apenas reflexo; é a projeção vibrante de quem somos e de quem queremos ser. Na 249 edição do Festival Internacional do Audiovisual Universitário, a tela se acende para homenagear as mulheres em toda a sua amplitude, potência e diversidade.” Das lutas históricas dos movimentos feministas — simbolizadas pelas cores roxo, verde e branco — à crescente visibilidade do transfeminismo e das múltiplas orientações sexuais e identidades de gênero, a identidade temática do festival reconhece que cada trajetória amplia as possibilidades de representação na arte e na...

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